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Autoestima: o motor que precisa ser constantemente cuidado.

Autoestima. Um termo usado tão frequentemente…e tão dificilmente colocado em prática.

Diversas vezes recebi no consultório pessoas que dizem estar em momentos de caos em relacionamento, crises existenciais, falta de perspectiva, ansiedade, inseguranças…problemas esses que frequentemente estão associadas a problemas de autoestima e dificuldades em relação a identidade. E, normalmente, quando eu toco nesse assunto, dizem “Mas eu me amo, eu me aceito…”

E quem disse que a autoestima é se amar?

Conceitualmente podemos definir a autosestima como a forma como um indivíduo se sente em relação a sua própria identidade. Ou seja, é a própria avaliação que fazemos de nós mesmos…é a maneira como nos enxergamos e criamos uma opinião própria a esse respeito. É algo subjetivo, e não tem a ver com conceitos concretos impostos, como beleza ou a falta desta. Mas sim, é a forma como eu me exergo e me avalio.

Nem sempre o que eu amo eu aceito, e normalmente o que eu não aceito, eu rejeito…e o que eu rejeito eu acabo maltratando…

Dessa forma, se amar não é necessariamente ter uma boa autoestima.

O que podemos considerar como sinais de uma boa autoestima?

  • ter momentos de autocuidado (saúde, estética, descanso)
  • apreciar momentos em que esteja só
  • não depender da aprovação de outros
  • tomar decisões com segurança
  • apreciar a própria personalidade
  • apreciar sua forma física/aparência
  • ter satisfação consigo
  • se preocupar com o bem estar
  • procura primeiro a sua aprovação

Mas, a autoestima não é algo que se tem e pronto. É necessário cuidar para que ela sempre esta boa. Exije manutenção, correção de pensamentos automáticos disfuncionais, correção de autocríticas e padrões de exigência fora da realidade, entre tantas outras coisas que precisamos cuidar diariamente.

Precisamos nos conhecer e entender quem somos, aceitar nossas qualidades e características menos positivas, nos apropriar da nossa própria existência.

E você? Como anda a manutenção desse motor?

 

Psicóloga Tamala.

 

Já planejou seu ano?

Como começar?

 

Respire fundo! 2019 já começou! Quantas coisas podemos imaginar e pensar que desejamos para esse novo ano. Já diz o velho ditado “Um novo ano e com ele 365 novas oportunidades…”

Mas, será que estamos seriamente nos movendo para que esse ano seja um ano de aproveitar oportunidades?
Antes de mais nada você precisa planejar. E como?
Vamos a algumas dicas:

  1. Como eu quero terminar o ano?
    Pense em todas as áreas da sua vida (financeira, profissional, saúde e estética, relacionamentos, vida social, lazeretc…). Como você gostaria que elas estivessem no final de 2019? Como você quer estar? Ou qual caminho você gostaria que elas pudessem seguir?
    Ex: Gostaria de fazer um intercambio nas minhas férias de Janeiro.
  2. Como está a minha vida agora?
    Agora que você definiu sonhos e necessidades, pense qual o status atual de sua vida? Como você se relaciona? Qual a qualidade de suas amizades? Como está a sua saúde? Como você se sente em relação a sua vida profissional: satisfeito, estagnado ou indiferente?
    Ex: Gostaria de fazer um intercambio de 1 mês, mas eu não tenho dinheiro.
  3. Pesquise
    Comece a pesquisar e entender como você poderia melhorar as áreas que não estão bem.
    Ex: Qual valor de um intercambio? Quais lugares possuem melhor custo beneficio? Quais agências de intercambio podem me ajudar? Está tendo feira de intercambio que eu possa ir e conversar?
  4. Defina metas com datas para finalizar.
    Estabeleça passo a passo com objetivos e recompensas. Não adianta apenas pensar sobre as coisas, precisamos também ter atitudes funcionais e positivas à respeito das mudanças.
    Ex: Janeiro: ir em 4 agencias de intercambio cotar o valor; calcular cambio e variação deste, calcular gastos extras, verificar quais documentações eu preciso e definir uma meta orçamentária destinada ao intercambio.
  5. Acompanhe seu progresso.
    Comece a fazer.
  6. Não Procrastine
    A procrastinação esconde uma série de fatores emocionais e comportamentais que nos impedem de alcançar nossos objetivos. Se comprometa com o seu planejamento de uma forma gostosa. Evite por objetivos que você não saiba como alcançar. Comece pequeno e vá aperfeiçoando a cada dia. Tenha paciência, foque no futuro e faça tudo no dia que se comprometeu.

    Comece seu ano de 2019 ganhando tempo planejando-o. Será um ano maravilhoso!!!

Psicóloga Tamala Resende Menezes (CRP 108030).

Você se ama?

 

Você se ama?

Quando falamos sobre “amar a si próprio” logo pensamos em autocuidado: “eu vou ao médico”, “eu me alimento corretamente”…e isso está correto, mas amar a si mesmo implica em tantas coisas mais.

Quando priorizamos o outro ao invés de nós, colocando ele em primeiro lugar e atendendo prontamente as necessidades dele…mas deixamos as nossas por último e, até mesmo, nem realizamos o que gostaríamos, estamos deixando de nos amar.

Recentemente estava atendendo um paciente com questões de autoestima e conversávamos sobre como ele era um super herói para as pessoas mas, quando se tratava dele, esse super herói não existia. E um exemplo que ele trouxe é extremamente significativo:

Eu senti vontade de comer um chocolate após o almoço…e eu realmente amo chocolate. No entanto, eu vi que estava chovendo e me desanimei de ir…a vontade acabou passando. Mas eu tenho certeza que se fosse pra agradar outra pessoa, eu iria embaixo de chuva sem pensar…apenas para agradar. Como pode isso? (sic)

Foi tão emblemático esse exemplo. Como podemos nos esforçar tanto para agradar ao outro, e quando se trata de nós…deixamos passar.

Será que você conhece o valor que você tem? Será que você sabe o tipo de relacionamento que você merece?

Eu costumo usar muito o seguinte exemplo em sessão: se eu tiver um carro velho, detonado, sujo…eu deixo qualquer pessoa dirigir. Isso pois o carro já nao tem tanto valor monetário. Mas, se eu tenho um carro caro e todo equipado…pode ter certeza que não é qualquer um que dirije, afinal eu sei o quanto eu gastei nesse carro.

Então…você se trata como o carro velho ou como o carro novo?

 

Por Psicóloga Tamala Resende Menezes.

 

Depressão X Tristeza: qual a diferença?

fonte: google images

 

Você sabia que existe uma grande diferença entre se sentir triste e estar com depressão?

Tristeza é uma dos sentimentos bases que nós possuímos. Você muito provavelmente já se sentiu triste (ou muito triste) em vários momentos da sua vida. É possível que hoje você tenha se sentido triste algumas vezes. Podemos ficar triste por frustrações, problemas de relacionamento, dificuldades no trabalho, perdas, enfim, muitas coisas podem fazer com que nos sintamos tristes.

Quando ficamos TRISTES existe um motivo e normalmente ficamos pensativos sobre aquilo. Pode não ser um motivo que consideremos como algo “grande”, e podemos até mesmo desmerecer e dizer “Nem é pra tanto, mas eu to triste”.

Depressão,por outro lado, trata-se de uma doença séria e grave, que causa sofrimento intenso tanto para a pessoa quanto para os familiares. Uma pessoa com depressão normalmente se sente muito mal, sem energia, sem motivação para nada, inclusive para viver, podendo experimentar sensações profundas como vontade de morrer.

Dizer que uma pessoa está deprimida porque está triste é extremamente errado. Uma depressão requer diagnóstico, tratamento multidisciplinar e constante cuidado.

Veja alguns sintomas da Depressão:

  • Humor deprimido na maior parte do dia, na maioria dos dias. Em crianças e adolescentes pode aparecer o humor irritável;
  • Diminuição de prazer em realizar a maioria das atividades que no passado eram realizadas com prazer;
  • Perda ou ganho significativo de peso (não intencional).
  • Diminuição ou aumento do apetite e do sono;
  • Agitação ou retardo psicomotor;
  • Perda de energia ou fadiga;
  • Sentimento de culpa ou inutilidade;
  • Dificuldade de pensar e de se concentrar, ou indecisão;
  • Diminuição da libido;
  • Baixa autoestima;
  • Pensamentos de morte (não somente medo de morrer), ideação suicida (sem um plano específico), uma tentativa de suicídio ou um plano específico com o intuito de tirar a própria vida.
  • Padrão de pensamentos negativos sobre si mesmo, o mundo e o futuro.

É importante destacar que esses não são os únicos sintomas da depressão e podem variar de acordo com cada pessoa, e devem persistir pelo minimo 2 semanas. Além disso, a pessoa deve apresentar pelo menos 5 sintomas dentre os listados acima.

Diferenciar esses quadros é importante tanto para que possamos nos cuidar, quanto para poder ajudar pessoas ao nosso redor.

Se você se sente assim e deseja mudança, mas não sabe como procure ajuda. Se precisar entre em contato conosco, teremos prazer em te orientar e ajudar.

 

Psicóloga Tamala Resende Menezes

Especialista em Terapia Comportamental e Cognitiva (USP)

CRP 108030

 

 

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