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Autoestima: o motor que precisa ser constantemente cuidado.

Autoestima. Um termo usado tão frequentemente…e tão dificilmente colocado em prática.

Diversas vezes recebi no consultório pessoas que dizem estar em momentos de caos em relacionamento, crises existenciais, falta de perspectiva, ansiedade, inseguranças…problemas esses que frequentemente estão associadas a problemas de autoestima e dificuldades em relação a identidade. E, normalmente, quando eu toco nesse assunto, dizem “Mas eu me amo, eu me aceito…”

E quem disse que a autoestima é se amar?

Conceitualmente podemos definir a autosestima como a forma como um indivíduo se sente em relação a sua própria identidade. Ou seja, é a própria avaliação que fazemos de nós mesmos…é a maneira como nos enxergamos e criamos uma opinião própria a esse respeito. É algo subjetivo, e não tem a ver com conceitos concretos impostos, como beleza ou a falta desta. Mas sim, é a forma como eu me exergo e me avalio.

Nem sempre o que eu amo eu aceito, e normalmente o que eu não aceito, eu rejeito…e o que eu rejeito eu acabo maltratando…

Dessa forma, se amar não é necessariamente ter uma boa autoestima.

O que podemos considerar como sinais de uma boa autoestima?

  • ter momentos de autocuidado (saúde, estética, descanso)
  • apreciar momentos em que esteja só
  • não depender da aprovação de outros
  • tomar decisões com segurança
  • apreciar a própria personalidade
  • apreciar sua forma física/aparência
  • ter satisfação consigo
  • se preocupar com o bem estar
  • procura primeiro a sua aprovação

Mas, a autoestima não é algo que se tem e pronto. É necessário cuidar para que ela sempre esta boa. Exije manutenção, correção de pensamentos automáticos disfuncionais, correção de autocríticas e padrões de exigência fora da realidade, entre tantas outras coisas que precisamos cuidar diariamente.

Precisamos nos conhecer e entender quem somos, aceitar nossas qualidades e características menos positivas, nos apropriar da nossa própria existência.

E você? Como anda a manutenção desse motor?

 

Psicóloga Tamala.

 

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